- o corpo sensível - atividades práticas e aspectos conceituais;
- práticas de sensibilização
- estudos culturais
- o repertório
- tradicional - danças atuais praticadas em comunidades no Brasil;
- a criação de danças e músicas - dinâmica de criação nas comunidades e criação a partir do repertório tradicional;
- procedimentos de ensino e aprendizagem a partir das danças populares
- pedagogia griô e
- aspectos populares da educação
quinta-feira, 30 de maio de 2013
Disciplina Danças Brasileiras curso de Teatro Universidade Federal de Uberlândia
A disciplina Danças Brasileiras do curso de Teatro da Universidade Federal de Uberlândia oferece 30 vagas e não há pré requisitos.
A disciplina é aberta às licenciaturas com prioridade aos cursos de Artes.
Caso haja interesse de bacharelandos, solicito uma carta de intensões e verificaremos a possibilidade da matrícula no período de ajuste, assim garantimos que as licenciaturas sejam prioridade.
o grupo será fechado em 04 de junho para que possamos seguir o planejamento do semestre em consonância com os participantes.
O foco será o ensino aprendizagem de danças populares brasileiras não midiáticas, abordaremos:
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Carnaval com Baiadô e Tabajara
Depois do recesso de natal e ano novo, é hora dos preprativos para o carnaval:
Baiadô e Escola de Samba Tabajaras
Venha dançar com a gente!!!
E traga seus convidados.
Todos podem curtir o carnaval com a gente.
O critério para sair na nossa ala é participar dos ensaios de ala.
Há outras formas de participar da escola de samba, venha conhecer.
Os encontros iniciaram ontem e continuação todos os dias,
menos sábados.
Acontecem às 20hs na praça do centro de fiação e tecelagem, na Rondon Pacheco, entre o Bretas e o COC, ao lado da OAB.
de 24 a 29de fevereiro (segunda a sexta): Período de criação coreográfica e definição de elenco.
Dia 31 de fevereiro planejaremos os proximos ensaios,
de acordo com a orientação da diração da escola.
Os detalhes estão no bolg - baiado.blogspot.com
Conto com sua presença ou de algum conhecido seu (amigo ou inimigo rsrsrsrsrs) A Tabajara iniciou seus ensaios de 2010 no dia 08 de janeiro na praça do Centro de Fiação e Tecelagem, no bairro Patrimônio. Nos primeiros ensaios é distribuída a letra do samba enredo e o puxador ou o compositor cantam para a bateria criar seus arranjos e para todos aprenderem a cantar.
O tema do ano é Bumba meu Pai do Campo. Bumba meu Brasil Bumbá
A proposta do carnavalesco Flávio Arciole ofereceu ao Baiadô o tema da feta do boi, a ala provavelmente terá o Boi (precisamos de um ótimo miolo!).
A coreografia está sendo composta coletivamente a partir de pesquisa e prática da dança do Boi do Maranhão.
Uma ala é formada por, no mínimo, 30 pessoas.
Precisamos nos mobilizar para garantir nossa ala e confirmar nossa participação, informando, até dia 15 de janeiro, quantas mulheres e quantos homens seremos.
Há custos a serem pagos para as despesas com fantasias e adereços,
O valor é R$30,00 por pessoa.
Famílias, dançadores assíduos e os mais "duros" terão desconto.
Uma vez confirmada nossa ala, cumpriremos o seguinte cronograma:
24 a 29 de janeiro - ensaios para criação da evolução.
31 de janeiro a 07 de fevereiro - ensaios da ala.
08 a 12 de fevereiro - ensaios gerais.
14 de fevereiro - desfile
15 de fevereiro - apuração
16 de fevereiro - desfile das campeãs
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Formação Continuada
Dança: corpo e cultura
- Cronograma atualizado 2009 -
- Cronograma atualizado 2009 -
sábados das 8 Às 12hs
19 de setembro
Educado e Griô: danças populares e educação
Bloco 3Q sala 119
11 de outubro
Festa do Congado de Uberlândia
17 de outubro
“A ação social da Cultura Popular em narrativas para crianças”, com Marisa Silva, coordenadora da escola do Jongo da Serrinha - R.J,
anfiteatro do bloco 3Q
31 de outubro
Oficina O Corpo na Escola
Bloco 3M Laboratório de Ações Corporais
14 de novembro
Oficina de projetos
Bloco 3M Laboratório de Ações Corporais
sábado, 29 de agosto de 2009
Grupo de Educadores Populares
Resumo:
Objetivos Gerais:
- Criar um grupo de estudos sobre educação popular por meio da dança denominado Grupo de Educadores Populares;
- Promover um conjunto de encontros para troca de experiências e formação interna do Grupo de Educadores Populares, e deste com outros grupos e projetos;
- Incluir de maneira qualificada os educadores populares do Grupo de Educadores Populares nos projetos Educadô e Griô: uma parceria (PEIC 2009) e Dança: corpo, cultura e arte, do Programa de Formação Continuada para Professores de Ensino Básico.
Metodologia:
- Formação de um Grupo de Educadores Populares, conhecedores de danças e músicas populares tradicionais e urbanas, a saber, capitães de congado, mestres de bateria e outros integrantes de escolas de samba, dançarinos de dança de rua, outros dançadores populares;
-
- Organização de encontros do Grupo de Educadores Populares com o grupo Baiadô e com os cursistas do Programa de Formação Continuada de Professores que freqüentam o curso específico Dança: corpo, cultura e arte;
-
- Promoção de troca de experiências entre o Grupo de Educadores Populares e integrantes de projetos desenvolvidos em Ação Griô;
-
- Levantamento de dados sobre os projetos do programa Ação Griô, projeto do Ministério da Cultura que visa valorizar o saber popular e respeitar a cultura tradicional e oral do Brasil, e de textos que subsidiem as ações deste projeto.
terça-feira, 21 de julho de 2009
01 de agosto
Oficina de Moçambique
bloco 3M Campus Santa Mônica - UFU -
sala do Laboratório de Ações Corporais
início 8horas
bloco 3M Campus Santa Mônica - UFU -
sala do Laboratório de Ações Corporais
início 8horas
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Griôs
Sobre a Ação Griô Nacional
“O Griô é um caminhante, cantador, poeta, contador de histórias, genealogista, mediador político. É um educador popular que aprende, ensina e se torna a memória viva da tradição oral. Ele é o sangue que circula os saberes e histórias, as lutas e glórias de seu povo dando vida à rede de transmissão oral de uma região e de um país. O papel do griô aprendiz é garantir a vitalidade e continuidade das redes de transmissão oral entre as gerações, as escolas e os pontos de cultura do Brasil”( Líllian Pacheco, criadora da pedagogia Griô)
A Ação Griô Nacional, criada e inspirada pela pedagogia do ponto de cultura Grãos de Luz e Griô (Lençóis – BA) em parceria com uma rede de 50 pontos de cultura de todo o Brasil atua com a vivência, a criação e a sistematização de práticas pedagógicas relacionadas aos saberes e fazeres da cultura oral envolvendo pontos de cultura, escolas, universidades e comunidades. A missão desta rede é criar e instituir uma política pública de estado que promova o reconhecimento do lugar político, social e econômico dos griôs e mestres de tradição oral na educação das crianças e jovens brasileiros.
A Ação Griô vem construindo a sua caminhada pelo Brasil através de vínculos políticos, de afeto e identidade. Como um dos resultados do seu primeiro ano de atuação em todo o país, a Ação Griô publica em 2008 um conjunto de materiais pedagógicos ( livro, jogo de trilha, cd e filme ) revelando uma importante diversidade de experiências pedagógicas que 50 pontos de cultura em todo o país desenvolvem atualmente em parceria com escolas e comunidades em todo o país. Este material será lançado e distribuído por toda a rede de pontos de cultura, como uma referência, estímulo e contribuição ao desenvolvimento de práticas pedagógicas inspiradas na tradição oral.
A Ação Griô lança em breve o seu edital nacional 2008, que ampliará a sua rede para mais de 100 pontos de cultura, redes e organizações da sociedade civil. Em 2008 será realizado ainda I Encontro Nacional da Ação Griô, que terá também uma importante participação enquanto rede de pontos de cultura na programação da TEIA 2008.
Uma das prioridades da Ação Griô neste ano de 2008 é a sua consolidação enquanto rede organizada da sociedade civil, assumindo a missão política de mobilizar e articular os grupos e redes envolvidas na ação – parteiras, indígenas, quilombolas, capoeiristas, jongueiros, teatreiros, repentistas, etc. – no sentido da conquista e do reconhecimento de seus saberes e fazeres de tradição oral pelo estado brasileiro em parceria com as redes de educação formal. A meta é chegar a 2010 com uma rede de 1000 pontos de cultura em todo o país, envolvendo uma média de 10 mil griôs e mestres, 40 mil instituições e ensino e 1 milhão de estudantes regularmente envolvidos em atividades pedagógicas que integrem educação e tradição oral.
A Ação Griô Nacional, criada e inspirada pela pedagogia do ponto de cultura Grãos de Luz e Griô (Lençóis – BA) em parceria com uma rede de 50 pontos de cultura de todo o Brasil atua com a vivência, a criação e a sistematização de práticas pedagógicas relacionadas aos saberes e fazeres da cultura oral envolvendo pontos de cultura, escolas, universidades e comunidades. A missão desta rede é criar e instituir uma política pública de estado que promova o reconhecimento do lugar político, social e econômico dos griôs e mestres de tradição oral na educação das crianças e jovens brasileiros.
A Ação Griô vem construindo a sua caminhada pelo Brasil através de vínculos políticos, de afeto e identidade. Como um dos resultados do seu primeiro ano de atuação em todo o país, a Ação Griô publica em 2008 um conjunto de materiais pedagógicos ( livro, jogo de trilha, cd e filme ) revelando uma importante diversidade de experiências pedagógicas que 50 pontos de cultura em todo o país desenvolvem atualmente em parceria com escolas e comunidades em todo o país. Este material será lançado e distribuído por toda a rede de pontos de cultura, como uma referência, estímulo e contribuição ao desenvolvimento de práticas pedagógicas inspiradas na tradição oral.
A Ação Griô lança em breve o seu edital nacional 2008, que ampliará a sua rede para mais de 100 pontos de cultura, redes e organizações da sociedade civil. Em 2008 será realizado ainda I Encontro Nacional da Ação Griô, que terá também uma importante participação enquanto rede de pontos de cultura na programação da TEIA 2008.
Uma das prioridades da Ação Griô neste ano de 2008 é a sua consolidação enquanto rede organizada da sociedade civil, assumindo a missão política de mobilizar e articular os grupos e redes envolvidas na ação – parteiras, indígenas, quilombolas, capoeiristas, jongueiros, teatreiros, repentistas, etc. – no sentido da conquista e do reconhecimento de seus saberes e fazeres de tradição oral pelo estado brasileiro em parceria com as redes de educação formal. A meta é chegar a 2010 com uma rede de 1000 pontos de cultura em todo o país, envolvendo uma média de 10 mil griôs e mestres, 40 mil instituições e ensino e 1 milhão de estudantes regularmente envolvidos em atividades pedagógicas que integrem educação e tradição oral.
"A minha mãe um dia me disse que eu seria respeitado por aquilo que eu faço, por aquilo que eu sou, esse dia chegou”.(Vô Aerson, Mestre de tradição oral, Ponto de Cultura Centro Lúdico da Rocinha/ RJ)
EQUIPE PONTÃO AÇÃO GRIÔ NACIONAL
COORDENAÇÃO NACIONALLillian Pacheco e Márcio CaíresPonto de Cultura Grãos de Luz e Griô (BA)graosfrioinfo@yahoo.com.br
COORDENAÇÃO NACIONALLillian Pacheco e Márcio CaíresPonto de Cultura Grãos de Luz e Griô (BA)graosfrioinfo@yahoo.com.br
Dança: corpo, cultura e arte
Educadô na Formação Continuada
Oficina 23 de maio de 2009.
Objetivos Gerais:
Introduzir noções de corporeidade contextualizadas culturalmente.
Instrumentalizar os professores para trabalhar a dança como cultura afro-brasileira.
Conhecer o Jongo e o Congado.
Estabelecer contato e planejar atividades escolares com Griôs de Uberlândia
Objetivos Específicos:
Sensibilizar o corpo e refletir sobre o corpo sensível.
Conteúdos:
« Sensibilização corporal: bolinhas e manipulação.
« Reflexão sobre o corpo sensível, o corpo comportado na escola e a “anestesia” corporal do cotidiano.
« Interação Corporal e de grupo.
« Jongo: prática de dança, ritmo, canto e jogos.
Material necessário:
« Bolinhas – uma ou duas por participante
« Aparelho de som e CDs – Antônio Nóbrega (vinde-vinde), Jongo da Serrinha
« Tambores (para oficineiros e colaboradores)
Tempo estimado: oficina de 4 horas cada
Desenvolvimento
1ª Oficina 23 de maio
Das 8h às 8h45h
« Acolhida em roda de conversa;
o apresentação do espaço e suas regras
o combinar protocolos
o estabelecer uma caixinha de elogias e críticas com sugestões – sorteio do livro da Daraína.
o apresentação do planejamento:
O curso se organiza em quatro frentes de trabalho: oficinas (atividades práticas de dança: corpo, música, jogos), palestras (reflexões e debates com convidados sobre temáticas específicas), pesquisa de campo (participar e conhecer a Festa de Nossa Senhora do Rosário) e oficina de projetos (elaboração em grupos de planejamentos de atividades escolares com culturas populares).
Este curso está articulado com o grupo Baiadô, o projeto Educado e Griô e o Programa de Educação Popular.
O Ministério da Cultura criou a Ação Griô para implementar uma política de valorização da tradição oral no Brasil, incentivando troca de experiências e fortalecendo a identidade local. A Ação Griô é vinculada ao Programa Nacional de Cultura Educação e Cidadania – Cultura Viva, que busca promover o acesso aos meios de produção e difusão cultural, visando à construção de novos valores de cooperação solidariedade.
Parte destas atividades serão compartilhadas com educadores populares tanto os tradicionais quanto os das culturas urbanas. Está sendo organizado um grupo de Griôs de Uberlândia, formado por capitães de congado, sambistas e dançadores de dança de rua para colaborar na construção de caminhos que aproximem escola e culturas populares.
Das 9h às 9h45
Sensibilização corporal + Interação de grupo
« bolinhas nos pés – conversa sobre sensibilizar o corpo pelo tato e pressão.
« troca de massagens nos ombros – conversa sobre importância do toque entre as pessoas
« vinde-vinde (alongamento trapézio) – trabalho corporal articulado com brincadeiras e contexto cultural
« mole-mole (aquecimento das articulações – é necessário orientar quais as articulações que vamos trabalhar, uma possibilidade é começar pelas mãos e ir descendo até os pés)
o Intervalo para água e banheiro
Das 10h às 11h15
Jongo
« Contextualização ligeira
« canto
« passos básicos: pulso, tabeado, passo de Guaratinguetá, roda do Baiadô (perceber as diferentes habilidades dos cursistas)
« “jogos” (tabeado com pontuação de umbigada, roda de pares)
Intervalo para água e banheiro/lanche
Das 11hs às 12hs
Roda de Conversa
« O corpo sensível , o corpo cultural e estratégias de trabalho.
« Sugestão de leitura da seqüência didática da revista “nova escola”
« Combinação de reunir material de pesquisa para enriquecimento da seqüência e socialização de materiais.
Avaliação
« Escutando os cursistas sobre o trabalho do dia – anotar Baiadô!!! - verificação de interesse, expectativas e possibilidade de complementar conteúdo.
« Participação de todos cursistas e baiadores na construção coletiva de materiais de referência.
Oficina 23 de maio de 2009.
Objetivos Gerais:
Introduzir noções de corporeidade contextualizadas culturalmente.
Instrumentalizar os professores para trabalhar a dança como cultura afro-brasileira.
Conhecer o Jongo e o Congado.
Estabelecer contato e planejar atividades escolares com Griôs de Uberlândia
Objetivos Específicos:
Sensibilizar o corpo e refletir sobre o corpo sensível.
Conteúdos:
« Sensibilização corporal: bolinhas e manipulação.
« Reflexão sobre o corpo sensível, o corpo comportado na escola e a “anestesia” corporal do cotidiano.
« Interação Corporal e de grupo.
« Jongo: prática de dança, ritmo, canto e jogos.
Material necessário:
« Bolinhas – uma ou duas por participante
« Aparelho de som e CDs – Antônio Nóbrega (vinde-vinde), Jongo da Serrinha
« Tambores (para oficineiros e colaboradores)
Tempo estimado: oficina de 4 horas cada
Desenvolvimento
1ª Oficina 23 de maio
Das 8h às 8h45h
« Acolhida em roda de conversa;
o apresentação do espaço e suas regras
o combinar protocolos
o estabelecer uma caixinha de elogias e críticas com sugestões – sorteio do livro da Daraína.
o apresentação do planejamento:
O curso se organiza em quatro frentes de trabalho: oficinas (atividades práticas de dança: corpo, música, jogos), palestras (reflexões e debates com convidados sobre temáticas específicas), pesquisa de campo (participar e conhecer a Festa de Nossa Senhora do Rosário) e oficina de projetos (elaboração em grupos de planejamentos de atividades escolares com culturas populares).
Este curso está articulado com o grupo Baiadô, o projeto Educado e Griô e o Programa de Educação Popular.
O Ministério da Cultura criou a Ação Griô para implementar uma política de valorização da tradição oral no Brasil, incentivando troca de experiências e fortalecendo a identidade local. A Ação Griô é vinculada ao Programa Nacional de Cultura Educação e Cidadania – Cultura Viva, que busca promover o acesso aos meios de produção e difusão cultural, visando à construção de novos valores de cooperação solidariedade.
Parte destas atividades serão compartilhadas com educadores populares tanto os tradicionais quanto os das culturas urbanas. Está sendo organizado um grupo de Griôs de Uberlândia, formado por capitães de congado, sambistas e dançadores de dança de rua para colaborar na construção de caminhos que aproximem escola e culturas populares.
Das 9h às 9h45
Sensibilização corporal + Interação de grupo
« bolinhas nos pés – conversa sobre sensibilizar o corpo pelo tato e pressão.
« troca de massagens nos ombros – conversa sobre importância do toque entre as pessoas
« vinde-vinde (alongamento trapézio) – trabalho corporal articulado com brincadeiras e contexto cultural
« mole-mole (aquecimento das articulações – é necessário orientar quais as articulações que vamos trabalhar, uma possibilidade é começar pelas mãos e ir descendo até os pés)
o Intervalo para água e banheiro
Das 10h às 11h15
Jongo
« Contextualização ligeira
« canto
« passos básicos: pulso, tabeado, passo de Guaratinguetá, roda do Baiadô (perceber as diferentes habilidades dos cursistas)
« “jogos” (tabeado com pontuação de umbigada, roda de pares)
Intervalo para água e banheiro/lanche
Das 11hs às 12hs
Roda de Conversa
« O corpo sensível , o corpo cultural e estratégias de trabalho.
« Sugestão de leitura da seqüência didática da revista “nova escola”
« Combinação de reunir material de pesquisa para enriquecimento da seqüência e socialização de materiais.
Avaliação
« Escutando os cursistas sobre o trabalho do dia – anotar Baiadô!!! - verificação de interesse, expectativas e possibilidade de complementar conteúdo.
« Participação de todos cursistas e baiadores na construção coletiva de materiais de referência.
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